WRC 2017 – CITROËN C3 WRC CONFIRMA A SUA PERFORMANCE EM TODOS OS TERRENOS

Após o seu regresso ao calendário do WRC, o Rali de França tornou-se numa verdadeira Volta à Córsega. A 1ª Etapa de sexta-feira desenrolou-se em redor de Ajaccio, com um implacável Kris Meeke a assinar os dois melhores tempos nos troços da manhã, à frente de Sébastien Ogier, enquanto Craig Breen ocupava, então, a 6ª posição e Stéphane Lefebvre era 9º, num rali que redescobria.

Fotografia oficial – Citroën

Meeke viria a acentuar ainda mais a sua liderança durante a segunda ronda pelos mesmos troços, regressando a Bastia com uma vantagem de 10 segundos para Ogier. Já Breen subia até ao 4º lugar, depois de ultrapassar Dani Sordo, e Lefebvre, autor de uma performance consistente com seu nível de experiência nas estradas corsas, era o 8º classificado.

Após esta brilhante 1ª Etapa, o Citroën Total Abu Dhabi WRT viria a sofrer dois rudes golpes logo na manhã de sábado. Lefebvre partiu uma peça da suspensão ao tocar num muro da ES5, vendo-se depois forçado a abandonar, após ter feito uma reparação provisória, ao ultrapassar o atraso máximo permitido pelo regulamento para entrada no troço seguinte. Nessa ES6 seria, depois, Meeke, o então líder da prova, a cruzar a linha de chegada em roda livre, com danos no motor que o obrigaram a um abandono definitivo deste rali.

Fotografia oficial – Citroën

A partir dessa altura as esperanças da equipa assentaram nos ombros de Craig Breen, piloto irlandês que também não se viu poupado a problemas, ele que se viu forçado a disputar a ES6 sem qualquer contato de rádio com o seu navegador Scott Martin. Em luta com Jari-Matti Latvala ao longo da tarde, Breen terminou a etapa que visitou a região de Bastia no 5º lugar, ficando a cerca de 15 segundos do lugar mais baixo do pódio.

A Volta à Córsega 2017 terminaria no domingo na zona mais a sul da ilha. Na especial mais longa do rali, Breen assumiu o 4º lugar a Jari-Matti Latvala, para logo depois e apesar do 3º melhor tempo realizado na Power Stage, ter de se vergar ao seu adversário finlandês por um mero décimo de segundo.

De regresso à prova em Rally2, Stéphane Lefebvre continou a sua progressão, para completar o rali com um ritmo que rondava os 7 décimos de segundo por quilómetro face aos mais rápidos. Ao terminar o rali, o jovem francês contribuiu com 6 pontos para a equipa no Campeonato do Mundo de Construtores.

Fotografia oficial – Citroën

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